
Enfim meu post de estréia! Para as que ainda não me conhecem… Muito prazer! Sou a Kamilla e é com muita alegria (muita mesmo) e com muita gratidão que estréio aqui no Santa Menina!
Vamos ao post?
Há dias tenho pensado (dias não! Meses) na realidade da seguinte afirmação que li em um livro: “Todo homem quer ser homem na presença de uma mulher que é mulher!” Confuso?? Nenhuma novidade nisso? Como assim? E outras mil perguntas? Aposto que muitas delas se passaram pela minha cabeça também!
Duas semanas atrás essa frase ganhou forma, cor e realidade pra mim! Eu estava caminhando por uma rua bem famosa e tradicional aqui de Curitiba, o calçadão da Rua XV. Percebi que havia um tecido branco amarrado nos postes de luz. Percebi que isso não era apenas na quadra que eu estava, mas haviam tecidos brancos naqueles antigos postes históricos por toda a rua XV (e pra quem a conhece sabe que ela não é nada pequena!). Não, não era decoração de Natal. Percebi também, que havia algo escrito naqueles tecidos. Talvez aquilo tudo me chamou a atenção tão facilmente, porque costuro e vivo entre tecidos, logo um tecido não passa desapercebido assim tão facilmente por mim, e além disso, meu lado ultra curioso começou a se agitar! Passei por um, dois, três postes e no quarto não aguentei. Estiquei um tecido daqueles. Todos os curiosos ao redor esticaram os olhos. Acho que queriam saber tanto quanto eu o que estava escrito lá. Era uma frase escrita em típicas letras masculinas, daquelas “letras de forma”bem corridas e um tanto grudadas umas as outras. Não havia dúvidas que aquilo só podia ter sido escrito por um homem! Também era fácil de saber que um autêntico “canetão” havia sido usado pra que aquelas letras estivessem lá. Andei mais um pouquinho e abri outro tecido. A mesma frase, o mesmo tipo de caneta, uma caligrafia diferente, mas com o mesmo ar masculino. Tentei outro tecido e… a mesma frase, o mesmo tipo de caneta, uma caligrafia diferente, mas o mesmo ar masculino!